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Características do Signo de Capricórnio
Capricórnio De 22 de dezembro à 20 de janeiro

  
Capricórnio é o décimo signo astrológico do zodíaco, situado entre Sagitário e Aquário e associado à constelação de Capricornus.

Seu símbolo é uma cabra.

Forma com Touro e Virgem a triplicidade dos signos da Terra.

É também um dos quatro signos cardinais, juntamente com Áries, Câncer e Libra.

Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os capricornianos são as pessoas nascidas entre 22 de dezembro e 20 de janeiro.

Em muitas culturas, o Capricórnio tem a cabeça de cabra e o rabo de um peixe.

Uma velha lenda romana fala das cabras que desciam das montanhas com a chegada do inverno no hemisfério norte.

  
  
Astrologia

 

  
  
Segundo perfis astrológicos, o capricorniano é organizado e prático.

Tem grande charme e orgulho.

Possui uma tendência a ser ligado a coisas materiais (negócios) e é tido pelos outros como uma pessoa "pé no chão".

Este nativo também tem um temperamento forte e persistente, embora muito desconfiado.

Para se conquistar sua confiança é preciso, antes de tudo, demonstrar justiça e honestidade, virtudes que este nativo valoriza demais.

Por outro lado, a grande característica do signo já aflora neste nativo, que é a de resolver as coisas sozinho, sem procurar ajuda dos outros.

Seu senso de justiça é muito rígido, bem como sua honestidade.

No amor, pode ser sensível e surpreendente, com alguém a quem ama de verdade.

  
  
  
Mitologia

 

  
  
Pã, protetor dos rebanhos e pastores, é um deus venerado como força fecundante da natureza.

Meio homem, meio animal, tem o dorso e rosto de homem, mas ostenta chifres e patas de bode, com longos pelos cobrindo o corpo e feições animalescas.

Apesar da aparência, é conhecido como um deus alegre e amante da música.

Nascido na região da Arcádia, da união do deus Mercúrio com a ninfa Dríope, Pã é abandonado ao nascer pela mãe, assustada com a aparência bestial da criança.

É resgatado por Mercúrio e levado ao Olimpo, onde logo conquistou a simpatia dos deuses, que apreciavam suas alegres canções.

Foi batizado de Pã, que significa "tudo", "totalidade", simbolizando a universalidade da natureza.

Extremamente querido pelo deus Baco, Pã parte do Olimpo e une-se à trupe do deus do vinho na terra.

Passa então a viver com os sátiros e as ninfas nos bosques, contando histórias e tendo diversas aventuras amorosas.

Foi durante uma delas que Pã criou a sua famosa flauta, com a qual encantava a todos.

O episódio aconteceu quando o deus percorria o monte Liceu, onde vislumbrou uma belíssima ninfa: Sirinx, a caçadora casta, seguidora de Diana.

A ninfa foge para escapar do assédio de Pã, em direção ao rio Ladão.

Exausta, pede ao deus das águas do rio para ajudá-la, transformando-a em alguma coisa que impossibilite a violação.

Pã, ao avistar a ninfa, tenta envolvê-la com os braços, mas só alcança um feixe de juncos.

Entristecido pelo fracasso, Pã solta um suspiro e percebe que as hastes verdes emitiam um som doce e agradável.

Juntou assim sete tubos de tamanho desigual, uniu-os com cera e fabricou um instrumento musical que, em homenagem à amada, deu o nome de Sirinx.

Os que cruzavam as florestas e campos, principalmente à noite, temiam encontrar-se com Pã em suas andanças, porque ele era conhecido por provocar medos sem motivo, o pânico.

Foi utilizando esta habilidade que Pã auxiliou Zeus na guerra de dez anos contra os gigantes e deixou o deus dos deuses eternamente grato.

Durante uma batalha corpo a corpo contra Tifão, cujos braços quando estendidos tocavam o Ocidente e o Oriente, Júpiter teve os tendões dos braços e das pernas arrancados por um golpe de foice do gigante.

Tifão aprisionou Zeus e confiou seus tendões à guarda do dragão Delfine.

Para restaurar a força de Zeus, Mercúrio e Pã partem ao encalço do dragão e o afugentam, com os gritos do deus dos pastores.

A dupla recupera os tendões de Zeus e o restituem ao deus, que vence Tifão.

Apesar de ter sido venerado como um deus, Pã não era imortal.

Não se sabe como sua morte ocorreu, só que ela foi anunciada por um navio, de onde uma voz bradava: "O grande Pã está morto!" Em homenagem ao bravo fauno que o havia ajudado na batalha contra Tifão e que havia alegrado a Terra e o Olimpo com sua música, Zeus catasterizou-o na constelação de Capricórnio.

  


  
Animais:
Cabra ; Tartaruga
  
  
Atrações:
Touro ; Virgem ; Escorpião
  
  
Casa natural:
  
  
Cor:
Castanho ; Marrom ; Cinza escuro
  
  
Dia:
Quinta-feira
  
  
Elemento:
Terra
  
  
Exaltação:
Marte
  
  
Exílio:
Lua
  
  
Ponto Positivo:
Prudente ; Decidido ; Disciplinado
  
  
Ponto Negativo:
Convencional ; Ambicioso ; Pessimista
  
  
Metal:
Chumbo
  
  
Órgão:
Ossos e pele
  
  
Orixá:
Omulu
  
  
Palavra-chave:
Realização
  
  
Pedras:
Ônix ; Olho de tigre
  
  
Perfume:
Fumo ; Terra molhada
  
  
Planeta regente:
Saturno
  
  
Plantas:
Amor-perfeito ; Cicuta ; Cebola
  
  
Polaridade:
Feminino
  
  
Qualidade:
Cardinal
  
  
Queda:
Júpiter
  
  
Signo Anterior:
Sagitário
  
  
Signo Oposto:
Câncer
  
  
Signo Posterior:
Aquário
  
  
Verbo:
"Eu domino"
  

  
Fontes:
  
     
     


                       

           

Capricórnio

           


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